SACIEDADE DOS POETAS VIVOS DIGITAL - VOL. 12

Joćo Justiniano da Fonseca

JOÃO JUSTINIANO DA FONSECA - Poeta e ficcionista, contador de histórias. Obras publicadas:  POESIA: Safiras e Outros Poemas (poesia lírica); Brados do Sertão (épico social); Sonhos de João (líricas); Sonetos de Amor e Passatempo (200 sonetos); Rio Grande do Sul (lírica); Luiz Rogério de Sousa - Educador Emérito (coroa de sonetos e resumo biográfico); Leveza do Soneto (sonetos); Cantigas de Fuga ao Tédio (antigas). ROMANCES: Cacimba Seca; Terra Inundada; Grilagem; Aquele Homem; Memórias de Pedro Malaca; A Colonização e o Massacre. CONTOS: Sertão. Luz e Luzerna; Solidariedade. HISTÓRIA, MEMORIALÍSTICA E CRÔNICAS: Rodelas, Curraleiros, Índios e Missionários; Crônica dos Deuses; No Correr do Tempo. COLETÂNEAS E ANTOLOGIAS: Participação vária, não contada, em Coletâneas e Antologias. ENTIDADES CULTURAIS: Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, Academia de Artes Ciências e Letras Castro Alves, RS, acadêmico correspondente da Academia Rio-grandense de Letras, sócio correspondente da Academia Petropolitana de Letras, da Academia Petropolitana de Poesia Raul de Leoni, da Academia Anapolina de Ciências e Letras, da Academia Goianiense de Letras; sócio fundador  da Casa do Poeta Latino Americano e correspondente da  Casa do Poeta Rio-grandense. É verbete na Enciclopédia de Literatura Brasileira, da Oficina Literária  Afrânio Coutinho, 1990 e no Dicionário de Poetas Contemporâneos, de Francisco Igreja, 2ª edição, 1991.

Contato: joaojustiniano@terra.com.br
Página individual de poesia em Blocos Online


           Louvação a Márcia Luz

Chega

Ao setentão Nelson Fachinelli

     

           Um preito de amor

A ampulheta

Felicita Seibt

 

A AMPULHETA

               Para Malu Mourão

Malu, na ilustração é mui simpática:
A ampulheta do tempo. Um cara escreve.
É poeta decerto, e bem se serve
das lições aprendidas. A gramática,

o som, a estética, a beleza, a breve
insinuação da areia. Cai, na prática,
a areia com o tempo — lenta, heráldica,
marcando a vida. E esta é pesada ou leve...

Ah! Cada qual de nós no seu momento
À tempestade, ao temporal, ao vento,
À leveza do ar, à brisa mansa!...

E quem somos? Com que nos paga o tempo,
o trabalho de ser, ou por exemplo,
de ir com a vida em sua eterna dança?

Joćo Justiniano da Fonseca
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Joćo Justiniano da Fonseca

 
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